sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Síntese - Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa – PNAIC



Trabalho realizado pela turma 6 na formação do PNAIC 
(Dezembro de 2012 na UFMG) 
 Grupo 5


Unidade 1 – Síntese do Texto 2

          A complexidade da aprendizagem do sistema de escrita alfabética: ampliação do tempo para a consolidação da leitura e da escrita pela criança.
Texto de: Magna do Carmo e Eliana Borges
          O processo de alfabetização é complexo. A escrita é pensada como instrumento de poder. O aprendiz precisa participar ativamente do processo e ser protagonista para transformar sua própria vida.
          É possível alfabetizar de forma lúdica tornando-se a aprendizagem prazerosa e significativa para a criança. Para que isso aconteça, ela necessita de um tempo maior para consolidar os conhecimentos.
          Segundo as autoras, podemos destacar dois níveis no processo de alfabetização: crianças alfabéticas (normalmente se dá no final do 1º ano) e a consolidação da alfabetização (final do 1º ciclo – 3º ano).
          Atingir a hipótese alfabética de escrita, não significa estar alfabetizado. É preciso que as crianças leiam e produzam textos com autonomia. Para a consolidação da leitura e da escrita é preciso considerar para cada ano do ciclo de alfabetização o que queremos ensinar, ou as capacidades a serem desenvolvidas.
          É necessário que tenhamos um equilíbrio entre o processo de alfabetização e o letramento. Magda Soares enfatiza que ambos os processos são indissociáveis e interdependentes, mais ressalta a necessidade de assumir a especificidade de cada um. Ela destaca a urgência de se reinventar a alfabetização.
          O texto (Cruz-2008) mostra duas pesquisas realizadas em Recife com turmas de primeiro ciclo. Uma em que 87 % dos alunos concluíram o 1º ano escrevendo palavras, no geral, com algumas trocas de letras. E 90 % conseguiu ler e produzir textos de gêneros diversos no final do 1º ciclo.
          Outra pesquisa mostra que os alunos do 2º ano, tanto de uma escola seriada quanto de uma escola ciclada (ciclos), evoluíram muito e concluíram o 2º ano lendo e produzindo textos.
          Em 2012, Cruz retoma essas pesquisas e conclui que professores de diferentes redes de ensino estão sim “reinventando a alfabetização”. E afirma que não se deve separar a aprendizagem do sistema de escrita das práticas de leitura e produção de textos.

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